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Clássico: Material da palestra Implementando Testes Unitários em Java (2003-2005) Novembro 28, 2008

Posted by Manoel Pimentel in Palestras.
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Um antigo material sobre Testes Unitários em Java (com atualizações feitas durante o tempo) que usei em algumas palestras nos anos de 2003 à 2005.

Mais uma opinião… Novembro 22, 2008

Posted by Francisco Trindade in Notícias, Pensamentos, Scrum.
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Já que todo mundo está dando opinião, acho que posso dar a minha também :-) .

Caso você não tenha acompanhado a discussão, pode se atualizar no post original do Jim Shore, ou então também nos comentários do Manoel ou do Guilherme, para citar alguns entre muitos.

Acho que o ponto em que vale a pena tocar é que ninguém tem problema com Scrum, FDD, XP ou qualquer outra metodologia da salada de fruta que sao os métodos ágeis hoje em dia. Todas elas são muito boas e tem seu valor em abordar um ou mais lados do desafio que é desenvolver software.

O problema acontece quando tudo isso se torna muito na moda e popular, o que leva um monte de gente a adotar metodologias ágeis sem ter muita noção do que está fazendo, ou não vendo a realidade que  adotá-las de fácil não tem nada…

Quando eu e o Danilo fomos falamos no Falando em Agile esse ano, a idéia era justamente mostrar que não existem solucoes prontas (ou receitas para o sucesso), e que nenhuma alternativa é rápida e fácil quando o assunto eh criar software, e que existem diversas maneiras de falhar. O desafio é justamente alertar todo mundo sobre isso, sob a pena de vermos muitas pessoas desistindo dos métodos ágeis porque falharam na sua adoção.

E é claro que  metodologias mais comerciais acabam sendo a vidraça da vez, já que elas acabam vendendo mais facil (sendo por desatenção de quem está “comprando”, seja pela falta de profissionalismo de consultores que as colocam como balas de prata) , e sendo encaradas como uma solução pronta, o que so prejudica a todos.

Um abraço

Sobre o autor:

Frank Trindade

Francisco Trindade

Francisco Trindade é desenvolvedor e consultor da ThoughtWorks UK. Engenheiro de Computação e mestre em Engenharia de Software pela UFRGS, Francisco possui diversos anos de experiencia em desenvolvimento de software, alem de ser um entusiasta e praticante de metodologias ágeis.

Crise de identidade em Agile – ou será novamente o Luddismo x Industrialismo? Novembro 18, 2008

Posted by Manoel Pimentel in Experiências, Pensamentos.
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A atividade de desenvolvimento de software, é uma coisa interessante e muito intrigante, pois como é uma atividade relativamente nova, ainda está cheia de indefinições e transformações sobre seus conceitos e práticas. Essa constante metamorfose é grandemente potencializada na área de metodologias, pois é aqui, que as questões humanas são mais evidentes nessa atividade.

 

Mas meu foco nesse texto é abordar as diferentes (e várias) visões que a agilidade (ou seus praticantes), têm acerca da atividade de software.

 

A primeira vista, podemos até achar que dentro da agilidade, seus praticantes e evangelizadores se dividem nos diferentes rótulos de metodologias existentes, como XP(Extreme Programming), FDD(Feature Driven Development), Scrum, Lean, OpenUP, MSF, etc. Essa primeira visão é em função dos grandes debates “sobre qual dessas metodologias é a melhor?” que incidem sobre a comunidade e o mercado.

 

Outra possível leitura, que devido ao conteúdo dos debates, podemos imaginar que a principal diferença é que talvez haja os agilistas mais ligados às questões técnicas e os agilistas mais ligados em questões gerenciais e como o mercado nos acostumou a tratar isso como duas coisas diferentes, criamos (pelo menos em nossas mentes) dois mundos totalmente antagônicos e passamos a chamar esses mundos de: operacional, tático e estratégico, e como temos algumas das metodologias acima que tratam de formas distintas essas questões, criamos então o cenário propício para a existência imaginária da “metodologia para os gerentes” e a “metodologia apenas para os programadores”.

 

Mas essa segregação apenas por rótulos ou por nível hierárquico, são na verdade apenas os efeitos visíveis, que ainda têm algumas outras causas que precisam ser mitigadas. Por exemplo: Será que uma das causas dessas segregações, é que algumas das metodologias citadas acima, oferecem uma visão mais artística, poética e um tanto artesanal e outras metodologias oferecem uma visão mais mercadológica, corporativa e industrial?

 

Observe que não estou sugerindo que um desses dois grupos é melhor que o outro, apenas mostrando algumas diferenças, que ultimamente estão ficando muito latentes na comunidade, inclusive, talvez essas diferenças não existam na prática, apenas é algo que as próprias pessoas da comunidade, estão criando entre si mesmas, pois como existem pessoas com tendências mais artísticas e outras com tendências mais industriais/corporativas, elas acabam “construindo muros” ao seu redor, para proteger suas idéias e suas crenças.

 

Na verdade, essa discussão entre o industrial e o artesanal, é algo muito antigo em nossa sociedade, pois a história mostra por exemplo, o movimento do Luddismo contra a Revolução Industrial que em meados do século XVIII, trouxe profundas questões sobre a relação do homem com as atividades produtivas que estavam surgindo.

 

Mas, conforme disse Domenico De Masi, em seu livro O Ócio Criativo, para esses antagonismos produzidos em nossa sociedade, devemos “Nem Rir nem Chorar mas Entender”, ou seja, dentro da comunidade de software, conforme já falei no artigo Os Moinhos de Vento dos processos ágeis, publicado no Blog Visão Ágil, não é saudável levar esse tipo de debate a nível da intolerância intelectual nos posicionamentos de euforia ou temor e sim entender de uma vez que: Não existe uma só forma de agilidade, que atenda a todos os contextos, por isso devemos estar dispostos a aprender continuamente sobre essas formas possíveis em cada contexto, mesmo que muitas vezes, elas ainda não estejam descobertas.

 

Veja que recentemente essas segregações ganharam muito fôlego, pois algumas antigas discussões como CMMI e Agile e o tipo de atuação da Scrum Alliance, voltaram ao cenário em nossas comunidades através do relatório do SEI sobre CMMI e Agile e através do contundente artigo “The Decline and Fall of Agile” do James Shore.

 

Porém, termino esse meu breve texto, lembrando que não estou aqui querendo dizer quem está certo ou errado, mas sim, para complementar o pensamento do meu amigo Alisson Vale em seu texto sobre O Dilema Ágil, quero propor uma reflexão:

  • Será que não há espaço para todas essas vertentes da agilidade?

  • Será que não podemos sair do Luddismo para o Lúdico? E reconhecer que para alguns contextos, o industrial é melhor que artesanal?

  • E será também que os industriais, não podem reconhecer que para muitos casos, o artesanal é mais aconselhável que o industrial?

 

Enfim, está lançado um desafio que talvez somente com o tempo, quando nossa área estiver mais madura, poderemos responder com mais clareza e acurácia.

 

Sobre o autor:

Manoel Pimentel, CSP

Manoel Pimentel, CSP

 

É Engenheiro de Software, com mais de 15 anos na área de TI, atualmente trabalha com  como Coach em metodologias para importantes empresas do segmento de serviços, indústrias e bancário.  É Diretor Editorial da Revista Visão Ágil, Possui as certificações CSM e CSP da Scrum Alliance e foi um dos pioneiros na utilização e divulgação de métodos ágeis no Brasil.
Contatos: manoel@visaoagil.com

Discussao Interessante… Novembro 17, 2008

Posted by Francisco Trindade in Pensamentos, Scrum.
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Normalmente eu nao gosto de criar posts apenas para citar outros, mas achei que valeria a pena divulgar essa discussao, especialmente no Brasil, onde Scrum esta se tornando o padrao de facto para Agile, com muita gente embarcando sem saber exatamente do que se trata…

Aqui vai o link:

The Decline and Fall of Agile

Comentarios?

Abraco

Francisco

Sobre o autor:

Frank Trindade

Francisco Trindade

Francisco Trindade é desenvolvedor e consultor da ThoughtWorks UK. Engenheiro de Computação e mestre em Engenharia de Software pela UFRGS, Francisco possui diversos anos de experiencia em desenvolvimento de software, alem de ser um entusiasta e praticante de metodologias ágeis.

Gestão Ágil de Projetos com Scrum e FDD Novembro 8, 2008

Posted by Manoel Pimentel in FDD, Palestras, Scrum.
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Material  onde explico algumas experiências de combinações entre o Scrum e FDD para a gestão e desenvolvimento ágil de projetos de software.

Esses slides foram apresentados em algumas palestras aqui no Brasil e também em minha palestra na Argentina no evento Ágiles 2008.

Material da palestra Visões sobre Lean & Agile Novembro 7, 2008

Posted by Manoel Pimentel in Lean, Palestras.
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Slides da palestra que fiz junto com o Victor Hugo no evento de lançamento da InfoQ Brasil.

Material da palestra Scrum – Conceitos, Práticas e Experiências Novembro 7, 2008

Posted by Manoel Pimentel in Palestras, Scrum.
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Palestra que já realizei em alguns eventos sobre uma visão prática do Scrum.

Falando Em Agile, Entre Outros Novembro 4, 2008

Posted by Francisco Trindade in Uncategorized.
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Bom, voltei para Londres e finalmente consegui sentar para escrever esse post.

A viagem para o Brasil foi muito legal e eu queria agradecer ao pessoal da Caelum pela organização do Falando em Agile 2008. Realmente tudo estava muito bom, desde o local até as palestras de ótimo nível.

Falando em palestras, a recepção que eu e o Danilo tivemos da nossa apresentação foi também muito boa, com diversas pessoas fazendo perguntas e tambem dizendo que se identificaram com o que a gente falou. Acho que conseguimos passar o nosso ponto, e foi bem legal ter tido um feedback tão bom numa apresentação que foi feita pela primeira vez.

Claro que o evento não foi só assistir palestras, e como sempre, o networking foi o principal. Foi bom ir a São Paulo conhecer muita gente que eu só via no mundo virtual :-) .

Além disso, a passagem por Buenos Aires, no Agiles 2008 também foi bem sucedida. Também recebemos um bom feedback sobre nosso workshop, com diversas sugestões de melhoria, o que sempre é bem vindo.

Fica um agradecimento a todos que assistiram os eventos. Espero que tenham gostado.

Um abraço,

Francisco

Ps: as apresentações estão disponíveis no meu blog, caso alguem esteja interessado.

Sobre o autor:

Frank Trindade

Francisco Trindade

Francisco Trindade é desenvolvedor e consultor da ThoughtWorks UK. Engenheiro de Computação e mestre em Engenharia de Software pela UFRGS, Francisco possui 5 anos de experiencia em desenvolvimento de software, alem de ser um entusiasta e praticante de metodologias ágeis.

InfoQ Brasil – Sirva-se à vontade! Novembro 3, 2008

Posted by Manoel Pimentel in Notícias.
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Agora a comunidade Brasileira de desenvolvimento de software, possui um importante aliado de nível internacional, pois já está no ar, a versão Brasileira do portal InfoQ, que trata com maestria de assuntos como Java, .NETRuby,SOAAgile e Arquitetura.

Com o nome de InfoQ Brasil, este projeto está sendo possível através da empresa Fratech It e com uma enorme participação da comunidade Brasileira, pois através de um mega projeto com equipes distribuídas, reunimos vários autores e editores do portal, com a meta de traduzir vários artigos, notícias e um importante livro sobre Scrum e XP para o português.

Como marco desse acontecimento histórico para o Brasil, no sábado passado, dia 01 de novembro de 2008, realizamos o InfoQ Launch Meeting (Encontro de Lançamento), no auditório da Faculdade Anhembi Morumbi em São Paulo(SP), com o importante patrocínio da Locaweb e do JCP (Java Community Process) e com o apoio da empresaTeamwareDeveloperWorks e claro, com uma grande participação da comunidade Brasileira.

O evento contou com dois palestrantes internacionais de peso, pois tivemos o Max Lanfranconi, Gerente de Marketing do JCP e Floyd Marinesco, CEO e fundador da InfoQ internacional.

Também tivemos ótimas palestras, feitas por grandes nomes de nossa comunidade nacional como Giovanni Bassi,Fábio AkitaHenry ConceiçãoVinícius SengerAlexandre GomesFelipe RodriguesYara SengerVictor HugoRodrigo YoshimaHugo Corbucci, Wagner Santos e Manoel Pimentel, onde cada um deles, dentro de sua especialidade, falou sobre Java, .NET, Ruby, SOA, Agile e Arquitetura.

E no melhor estilo de uma QCon, tivemos dois grandes painéis, um sobre Plataformas distribuídas e outro sobreAgilidade no dia a dia, que fizeram com que todo o público participasse de maneira ativa de ótimas discussões sobre esses dois temas.

Caso queira ver algumas fotos (ainda estamos reunindo outras), pode acessá-las em http://picasaweb.google.com.br/manoelp/LanAmentoInfoQBrasil_Nov2008 e conferir alguns bons momentos desse evento.

E gostaria de concluir esse post, convidando você, a participar, seja como leitor assíduo, como autor ou comotradutor de matérias para o nosso site em português, pois o segredo e a força da InfoQ Brasil, está exatamente na colaboração ativa de toda a comunidade de desenvolvimento de software.

Portanto, acesse http://www.infoq.com/br e sirva-se à vontade!