A comédia da vida societária – O desafio de encontrar bons sócios

Se você está na pegada de empreender, foi publicado no blog do ICA-TI, uma artigo bem direcionado ao desafio de se encontrar e conviver com os seus sócios num empreendimento. Nesse artigo é abordado alguns pontos de atenção  sobre a vida dentro um corpo societário de uma empresa.

Em especial, o artigo discorre sobre:

  • “Clonagem” de comportamentos é impossível
  • Um mesmo ponto forte de uma pessoa, também pode se tornar um risco fatal para o empreendimento
  • Ser da família não é garantia de ser o sócio idea
  • É preciso ter cautela em ter sócios que sejam apenas “investidores”
  • E apenas cuidar das coisas, pode não ser saudável

Você pode ler o artigo completo em: ica-ti.com/2012/05/28/a-comedia-da-vida-societaria

Boa leitura!

Você não leva jeito para empreendedor

Num artigo muito bem argumentado, o intrépido Vinicius Quaiato promove uma inflexão sobre a pergunta “qual o perfil de um empreendedor”. A tônica desse texto reside nos questionamentos sobre “quem é”  e “quem não é” o empreendedor. Esses assuntos fazem com que um empreendedor ou pretendente a empreendedor, faça uma auto-análise sobre o seu medo do risco, o seu envolvimento, a sua limitação de visão, a sua paixão e sua possível visão diferenciada sobre o seu negócio.

Esse é um texto que segue uma série de artigos sobre empreendedorismo que está sendo produzida no blog da Crafters Software Studio. Por isso, fica essa dica de leitura para que tem interesse nesse tipo de assunto .

O link é: http://www.crafters.com.br/blog/2012/04/voce-nao-leva-jeito-para-empreendedor

Motivos pelos quais você não deve empreender

Nesse artigo publicado semana passada no blog da Crafters,  Felipe Rodrigues  dá prosseguimento a série que iniciamos sobre negócios e  discorre brilhantemente sobre quais os reais motivos para uma pessoa se tornar empreendedor. O ponto central desse texto é que muitos empreendedores partem dos motivos errados para iniciar um empresa.

O link para o artigo é: http://www.crafters.com.br/blog/2012/04/motivos-pelos-quais-voce-nao-deve-empreender

Boa leitura!

Blog Biz Agility: Eles não usam Black-tie – Uma reflexão sobre o antigo conflito entre gestores e executores.


Há algum tempo atrás o pessoal do Blog Biz Agility me deu a honra de publicar uma breve reflexão sobre o antigo conflito entre gestores e executores (aka:  desenvolvedores).

Portanto, se você acha que gerentes são a representação do demônio na terra OU 
que os executores do seu time, são apenas partes burras de uma engrenagem  com resquícios de uma influência industrial falida, sugiro que leia esse artigo, faça uma reflexão e tome suas próprias conclusões.

O link é: http://bizagility.com.br/2012/02/29/eles-nao-usam-black-tie

Blog da Crafters: Startup virou coisa de moleque!

Na semana passada iniciei minha participação no blog da Crafters.  O ponta-pé dessa participação foi dado com o artigo “Startup virou coisa de moleque!” que aborda algumas vantagens e preocupações da crescente facilidade de criar uma “startup” atualmente.

Veja um trecho do texto:

“Nunca antes na história desse país” se falou tanto em Startup. Isso tem uma série de pontos positivos, mas também, trás uma gama de importantes pontos de atenção. Um dos meus principais pontos de preocupação em toda essa onda é: Hoje, qualquer moleque com um site ESTÚPIDO, diz que tem uma STARTUP.

Para ententer todo o ponto de vista,  leia a versão completa disponível em:  http://www.crafters.com.br/blog/2012/03/startup-coisa-de-moleque

Boa leitura a todos!

Scrum beyond the enemy lines

Enfoque histórico

Nos últimos anos, o paradígma Ágil vem sendo adotado cada vez mais em grandes corporações pelo mundo inteiro. Seja qual for o motivo que está levando essas empresas ao uso de Agile, de maneira geral é possível arriscar a leitura que a grande maioria delas, buscam algum ganho de eficiência de processso, para que ao final, seja possível algum resultado tangível na esfera financeira.

Mal ou bem, esse movimento de amplificação das experiências ágeis, tem sido bastante facilitado pelo Scrum. E  como o Scrum, de alguma maneira, parece ser palatável para executivos e gerentes, é possível afirmar que ele seja um grande catalisador inicial da filosofia Ágil no contexto corporativo.

 

Desafios corporativos

O universo corporativo por muitas vezes é duro (e até cruel), o que torna o processo da adoção sistêmica de Scrum  (de Agile em geral)  extremamente difícil e na maioria das vezes, deveras longo.

As dificuldades encontradas em ambientes organizacionalmente complexos são várias, mas comumente é possível identificar algumas características principais:

  • Necessidade de alinhamento do Scrum com as questões de governança corporativa em TI (SOX, Itil, COBIT, Órgãos regulatórios).
  • Falta de uma clareza compartilhada do motivo (dor ou prazer) que levou a adoção de Scrum (ou da filosofia Ágil em geral).
  • A falta de clareza deste motivo, faz com que o senso de urgência seja diferente entre as áreas envolvidas num projeto Scrum.
  • E finalmente, “doa a quem doer”, existem os jogos políticos dentro das empresas,  então é comum um projeto Scrum sofrer boicotes pela simples guerra pelo poder, pela visibilidade ou pelo budget financeiro da companhia.

 

Pensamento sistêmico

Infelizmente não há uma fórmula mágica para essas questões, mas se fosse possível  resumir numa única ideia o principal aprendizado nesse tipo de ambiente, ele seria:  Desenvolva sua capacidade de compreender sistemicamente uma organização, pois como diria o filósofo Nascimento: O sistema é f#%&!

Com isso, é necessária uma ampla compreensão de algumas características relacionadas ao sistemas:

  • Sistemas possuem uma complexidade de detalhes – Isso significa que um sistema pode ser composto por várias e diferentes partes.
  • Todo sistema é dinamicamente complexo – Isso significa que o sistema pode ganhar propriedades emergentes de acordo com as movimentações das partes.
  • De maneira geral, sistemas buscam o equilíbrio – Por isso um o sistema  resiste a  mudanças como forma de assegurar sua própria sobrevivência.
  • E a melhor maneira de mudar um sistema, é compreender a relação de causas e efeitos entre suas partes.

Essas pequenas lições acima, impactam fortemente as questões políticas e técnicas referentes ao movimento de  adoção do Scrum. Vale lembrar que o Scrum é um framework, condição que faz dele, algo incompleto por natureza. E já que o Scrum é incompleto,  a compreensão sistemica acerca da organização, é uma abordagem vital para construir as expansões necessárias sobre o framework.

Um exemplo disso, é o entendimento de como que o Scrum pode evoluir seus artefatos, regras, papéis e cerimônias, para criar uma integração com outros processos da companhia, como por exemplo: Gestão de Mudanças, Gestão de Demandas,  Auditoria, etc.

Na prática, o Scrum direta ou indiretamente, tanto pode influenciar esses processos, quanto também ser influenciado por eles. Por isso que mais uma vez,  a compreensão sistêmica será crucial para criar uma relação de equilíbrio entre essas partes.

Uma breve dica para gerar essa relação de equilíbrio é, dialogar com as outras áreas da empresa, sobre as seguintes dimensões de integração com o Scrum:

  • Quem fará a integração?
  • Qual o impacto da integração, para a Agilidade dentro do Scrum?
  • Qual o impacto do jeito Ágil, nessas integrações?
  • Em que momento do ciclo Scrum, essas integrações serão realizadas?

 

Conclusões

É válido destacar  o aspecto político envolvendo a adoção do Scrum, pois essa visão sistêmica colabora também na compreensão das inter-relações de causa e efeito envolvendo os “jogos políticos” da empresa. Na maioria das vezes, esse aspecto político, se torna o fator mais importante, seja para facilitar ou para impedir o movimento de adoção do Scrum.

Por muitas vezes abstraímos esse assunto e atribuímos os problemas para a questão cultural da empresa, mas o que é a cultura senão um sistema de valores, crenças e comportamentos? Por essa razão, mais uma vez se torna importante compreender sistemicamente a organização, para que se possa fazer uma mudança cultural na empresa, pois na realidade, não se muda um sistema inteiro, sem antes passar por suas partes. Dessa forma, a capacidade de entender sistemicamente uma organização, é a melhor maneira de descobrir quais partes, se tratadas primeiro, terão uma maior chance de causar uma mudança mais efetiva em todo o sistema.

 

Sobre o autor:

Manoel Pimentel Medeiros (www.ica-ti.com.br) – Coach com mais de 15 anos de experiência na área de TI, onde atuou com Coaching e Trainning para executivos e times em ambientes organizacionais de Consultorias, Bancos e Telecom. É Diretor Executivo do ICA-TI (Instituto de Coaching Aplicado a TI) e fundador da Revista Visão Ágil, já escreveu sobre Agile e Coaching para portais e revistas do Brasil e exterior. Também palestrou em eventos nacionais e internacionais sobre agilidade. Possui as certificações PPC, CAC, CEC da SBC/BCI, Worth Ethic Corporation, CSM e CSP da Scrum Alliance e foi um dos pioneiros na utilização e divulgação de métodos ágeis no Brasil.