Mesa “redonda” do primeiro dia do Agile Vale 2011

August 29, 2011 1 comment

Veja nesse super vídeo produzido pelos amigos da BlueSoft, a mesa quase “redonda” que foi realizada ao final do primeiro dia do Agile Vale 2011.

Nessa mesa redonda, debatemos coisas como por exemplo:  Por onde  e como iniciar uma adoção ágil, práticas, valores, motivação, dificuldades, erros,  Scrum, XP, Lean, a relação de Agile com outras áreas etc.

Esse é um vídeo de alto valor agregado, pois reúne conteúdo, experiências diferentes e muito bom humor :-)

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Blog MeCoBiz: Como iniciar uma melhoria?

August 26, 2011 1 comment

Vejam no Blog MeCoBiz, que iniciou oficialmente suas operações hoje, um material chamado “Como iniciar uma melhoria?”. Trata-se de alguns slides sobre  uma maneira bem simples de iniciar um conjunto mínimo de atitudes em direção a uma melhoria/mudança.

Acesse esse post pelo link: http://mecobiz.net/2011/08/26/como-iniciar-uma-melhoria  e melhore continuamente em pequenos e viáveis passos.

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Vídeo com resumo do Agile Vale 2011

August 25, 2011 1 comment

Vídeo com um resumo com o que aconteceu no AgileVale 2011. Esse evento reuniu mais de 800 pessoas na belíssima cidade de São José dos Campos em São Paulo e cada ano, está se torna uma referência em conferências sobre Agile no cenário nacional.

This movie requires Adobe Flash for playback.

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A protocooperação entre pessoas e processos

August 22, 2011 17 comments

Há muito tempo atrás, o Manifesto Ágil introduziu uma importante inversão de valores ao propor que Indivíduos e Interações são mais importantes que Processos e Ferramentas. Com isso, muita gente (inclusive eu) teve a tendência de pensar que as pessoas são a única coisa importante nessa balança e, que ambientes orgânicos, empíricos e “caóticos” são a solução para todos os males da humanidade.

Paradoxalmente,  mesmo pensando dessa forma, nós, da comunidade ágil em geral,  não paramos de discutir/criar detalhes processuais das adoções ágeis. Com base nesse ainda forte foco nos processos, somos levados a refletir um pouco mais sobre qual o verdadeiro peso na balança entre  pessoas e processos.

Para ajudar a entender isso, vamos praticar a “empatia” e analisar a questão pela ótica dos processos, onde após alguns anos vivendo diferentes tipos de contextos, pude chegar a  alguns pensamentos sobre o que seria um bom processo e como ele poderia propiciar uma relação saudável com as pessoas; eis os pensamentos:

  • Um bom processo é criado e evoluído por meio das experiências dos próprios indivíduos que vivem o mesmo.
  • Um bom processo permite/estimula a transparência entre as pessoas, com isso torna-se possível que haja confiança entre elas.
  • Um bom processo permite a aproximação entre as pessoas, para que seja possível criar colaborativamente conhecimentos e soluções.
  • Um bom processo permite a criatividade das pessoas.
  • Um bom processo permite que as pessoas se organizem para criar algo de valor durante toda a sua cadeia.
  • Um bom processo permite a inspeção e adaptação e com isso, as pessoas podem melhorar continuamente os seus próprios comportamentos.
  • Um bom processo faz com que os resultados (bons ou ruins) sejam computados mutuamente entre todas as pessoas de um grupo, fazendo com que o mesmo, atue de fato como um Time.
  • E por fim, um bom processo é aquele que existe para servir às pessoas, não o contrário.

Como podemos observar com os pensamentos acima, existe uma espécie de dependência orgânica entre as pessoas e os processos. Para reforçar esse pensamento, podemos lembrar do conceito de protocooperação ou mutualismo, que  de acordo com a Wikipedia, “é uma relação benéfica para ambas as espécies”. Ainda segundo a Wikipedia, nessa relação, “os seres associados mantêm certa independência” ou seja, “apenas se beneficiam das associações mais ou menos duradouras que estabelecem”.

Com base em todos esses pensamentos, é possível concluir que na prática não existe uma só verdade e que talvez, não é que as pessoas são mais importantes que os processos, mais sim, como acontece uma relação orgânica entre esses dois elementos, o que na prática é mais importante,  é gerar bons resultados sistêmicos (para o todo) por meio da protocooperação entre pessoas e processos.

Referências:

  • pt.m.wikipedia.org/wiki/Protocooperação
  • agilemanifesto.org/iso/ptbr/
Um obrigado especial ao Renato Willi pela ajuda na revisão desse texto.

 

Sobre o autor:

Manoel Pimentel Medeiros (www.ica-ti.com.br) – Coach com mais de 15 anos de experiência na área de TI, onde atuou com Coaching e Trainning para executivos e times em ambientes organizacionais de Consultorias, Bancos e Telecom. É Diretor Executivo do ICA-TI (Instituto de Coaching Aplicado a TI) e fundador da Revista Visão Ágil, já escreveu sobre Agile e Coaching para portais e revistas do Brasil e exterior. Também palestrou em eventos nacionais e internacionais sobre agilidade. Possui as certificações PPC, CAC, CEC da SBC/BCI, Worth Ethic Corporation, CSM e CSP da Scrum Alliance e foi um dos pioneiros na utilização e divulgação de métodos ágeis no Brasil.

Vídeo da palestra Coaching para Metalhoria Ágil

Vídeo da minha palestra sobre Coaching para Metalhoria Ágil no Maré de Agilidade em Salvador. O Maré é um evento feito por e para comunidades, que vem fomentando a “cultura” ágil pelo país, Sua primeira edição aconteceu em 2008, Brasília e desde então tem passado por outras cidades, como Salvador/BA, Fortaleza/CE, Belém/PA, Vitória/ES, Belo Horizonte/MG. Num total, mais de 20 palestrantes renomados ministraram palestras e mini-cursos para um público que já ultrapassa 1000 pessoas.

Conversa Rápida na Adaptworks – Meta-Agile e Agile MMA

Nesse vídeo, gravado pelo Agilista-Produtor Jonas Abreu ao final do AgileBrazil 2011, abordo o conceito Meta-Agile e explico sobre o framework AgileMMA como forma de apoiar adoções saudáveis de Agile em diferentes organizações.

Pratique AgileMMA e faça uma adoção pragmática e sistêmica de Agile

June 27, 2011 2 comments

Quando um conceito é implementado de diferentes formas, torna-se natural que diferentes percepções sobre o mesmo sejam criadas pelas pessoas. Nesse aspecto, o paradigma ágil é imbatível, pois como trata-se de uma abordagem filosófica, muitas e diferentes percepções são geradas em torno do grande guarda-chuva conceitual que ele representa. Mas sem dúvida, essa pluralidade de percepções, faz do paradigma ágil, uma fascinante e complexa filosofia administrativa, econômica e até mesmo social dentro do universo do desenvolvimento de software.

Baseado nessa compreensão acerca de Agile, venho trabalhando há muito tempo em ajudar as pessoas a terem uma visão mais ampla sobre o paradigma Ágil. Esse trabalho tem sido pautado principalmente em propor uma abordagem não xiita sobre nenhuma das “sub-ideias” inerentes na agilidade.

Para disseminar essa pensamento, ao longo dos anos, escrevi diversos artigos, fiz diversas palestras e até mesmo lancei o “Manifesto for Meta-Agile”, que de maneira concisa, reúne algumas diretrizes básicas para ajudar as pessoas a meta-cognizarem sobre seus comportamentos, processos e ideias quando estiverem elaborando alguma solução ágil.

Contudo, talvez o conceito Meta-Agile seja complexo ou abstrato demais para muitas pessoas, por isso, para ajudar na materialização desse conceito, nos últimos meses tenho usado uma abordagem que chamei de AgileMMA – Agile Mixed Methodologies Adoption (estou usando o termo methodologies para resumir as ideias, processos, técnicas e frameworks existentes sobre a alcunha de Agile).

Apesar do nome de forte impacto, a AgileMMA não se trata apenas de uma forma de usar as metodologias ágeis de um jeito “misturado”, mas sim, uma implementação do Manifesto for Meta-Agile, que oferece uma visão sistêmica dos momentos e cenários apropriados para cada metodologia, de acordo com o contexto corporativo em questão.

AgileMMA também parte da idéia de que uma mente san, gera um processo san, por isso, a AgileMMA é fortemente baseada num processo de Coaching. Esse processo de Coaching ajuda os indivíduos a trabalharem de forma efetiva em uma espécie de octógono de pontos chaves dentro uma adoção de Agile, são eles:

* Propósito – Quais os motivadores para adotar Agile.

* Percepção de valor – Quais os valores que empresa acredita.

* Efeito sistêmico – Qual o efeito que será gerado em toda a organização.

* Ganhos – Quais os benefícios envolvidos.

* Perdas – O que a organização precisa “abrir mão” para poder adotar Agile.

* Competências – Quais as novas competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) as pessoas precisam desenvolver.

* Opções – Quais a opções de metodologias, frameworks, processos, técnicas (existentes ou não) a organização poderia usar para ter resultados ágeis.

* Propriedade – Qual (ou quais) opção (ões) com os quais a empresa irá construir o seu jeito ágil de ser e, como ela pretende trilhar o seu caminho rumo a Agilidade.

Como é claramente percebido, o nome AgileMMA trás uma analogia muito forte ao MMA (Mixed Martial Arts) que todos conhecem, pois no MMA um lutador que for proficiente apenas num estilo de luta (ex: boxe, karatê, jiu-jitsu etc), vai ter sérios problemas para fazer uma boa luta, quando o adversário o conduzir para um contexto diferente de sua proficiência (ex: trocação, chão, submissão etc).

Assim também é o praticante de AgileMMA, pois hoje, a dinâmica dos mercados, faz com que as empresas mudem seu contexto de trabalho numa velocidade muito rápida, então se o profissional for xiita ou só souber trabalhar num formato específico de Agile (ex: Scrum, XP, FDD, Kanban etc), terá grandes problemas de usar a ferramenta mais adequada para uma determinada situação. Além disso, o agilista também terá uma enorme dificuldade em gerar bons resultados, se ele ater-se apenas à metodologias já conhecidas, ou trabalhar apenas com o jeito by-the-book de cada uma delas. Nesse caso, o agilista precisa ter uma razoável capacidade de desprendimento de suas próprias ideias e conhecimentos, pois muitas vezes ele precisará criar soluções contra-intuitivas até mesmo pelo ponto de vista do paradigma ágil.

O praticante de AgileMMA é um exímio conhecedor de como que as opções ágeis se integram quando necessário e, também é um perito em criar modelos de transição de uma opção para outra.

O praticante de AgileMMA conhece em detalhes os jogos políticos e as principais complexidades organizacionais que possam facilitar ou dificultar uma determinada opção ágil. Sobre essa questão, compete ao praticante de AgileMMA, entender e descobrir novas formas de fazer o paradigma ágil conviver saudavelmente com essas questões organizacionais e também com os demais paradigmas existentes na empresa (ex: modelos de governança, modelos de maturidade, PMBok etc).

Logo, ser praticante de AgileMMA não significa que o profissional irá trabalhar com todas as metodologias ágeis ao mesmo tempo, mais sim terá a visão sistêmica suficientemente adequada para saber em que momento mudar sua estratégia de trabalho, de forma a assegurar um bom resultado para a organização inteira.

É importante observar que a abordagem AgileMMA não impede o praticante ter a sua preferência, ou a opção de metodologia em que ele mais sente proficiência ao trabalhar. Inclusive essa preferência pode servir como uma importante base de aprendizado e de experimentação das demais metodologias.

Hoje tenho visto algumas boas iniciativas em direção da AgileMMA, pois freqüentemente tenho contato com organizações que já experimentaram diferentes metodologias e com os resultados dessas experiências, acabam por criar um jeito todo próprio de fazer a sua agilidade. É importante destacar que cada experiência AgileMMA é única e por muitas vezes, aquele jeito de fazer Agile apenas faz sentido para aquela organização que criou o mesmo.

Por isso, ser um praticante de AgileMMA é um meio bem eficaz para elevar o estado Meta-Agile de qualquer organização, para isso, é muito importante que os profissionais interessados em praticar a AgileMMA comecem a treinar sua quebra de dogmas, abrir mão das posturas xiitas e principalmente, comecem a pensar recursivamente fora da caixa.

Portanto caro amigo agilista, Hajimê!!!




Sobre o autor:

Manoel Pimentel Medeiros (www.ica-ti.com.br) – Coach com mais de 15 anos de experiência na área de TI, onde atuou com Coaching e Trainning para executivos e times em ambientes organizacionais de Consultorias, Bancos e Telecom. É Diretor Executivo do ICA-TI (Instituto de Coaching Aplicado a TI) e fundador da Revista Visão Ágil, já escreveu sobre Agile e Coaching para portais e revistas do Brasil e exterior. Também palestrou em eventos nacionais e internacionais sobre agilidade. Possui as certificações PPC, CAC, CEC da SBC/BCI, Worth Ethic Corporation, CSM e CSP da Scrum Alliance e foi um dos pioneiros na utilização e divulgação de métodos ágeis no Brasil.

Resumo do treinamento ACP (Agile Coach Professional)

Excelente vídeo onde o André Faria (CKO – Chief knowledge officer na Bluesoft  e membro do ICA-TI), apresenta um resumo sobre o treinamento ACP (Agile Coach Professional) realizado em São Paulo no mês de maio de 2011.

Coaching for Metaprovement

April 19, 2011 1 comment

Are you good at math? If so, please help me execute this calculation: 1 +2 +1 +3 +1 +2 =? Got it? If yes, congratulations! Your logical thinking is good since you are making good use of the cognitive process. But is the cognitive process really the only way to resolve this question?

In a nutshell, cognition is the mental process of “connection” between the neurons and it is through this mechanism that thought emerges. There is an interesting aspect about this cognitive process: since the brain gets used to follow the same structure of interconnected neurons, over time it excels in executing the path that has already been established by the interconnected neurons.

Human beings behave the way they think, that is, behavior is generated by thought. This is a true wonder of the human mind, because this ability to create habits of implementation out of structures of interconnected neurons is what allows/encourages a person to be proficient in specific behaviors.

However, besides advantages, this feature also carries a burden for people’s lives. This burden rests on the idea that the more an individual repeats certain, unhealthy behavior, the more your brain will also become a true ‘expert’ in performing that behavior. The same reasoning applies to feelings, since every feeling is also generated by a thought. This way, based on continuous repetition, the brain becomes an expert in cultivating certain feelings. So the most effective way to change a behavior or feeling is precisely to change the thought underlying it.

In practice such a change of thinking is not something that is easy to achieve. To demonstrate one possible way of meeting this challenge, however, we must return to the calculation presented in the opening paragraph of this text. Now, instead of following the almost instinctive thought of calculating the sentence, it is possible to ask questions like: What do these figures mean? Why these numbers? Why this type of calculation? Are there other ways to achieve the same result? What will be done with the result of this calculation? Etc.

When we approach the problem this way, we are applying a process called metacognition, or rather a meta-thought, which can also be explained clearer as “thinking about thinking.” To enable this metacognition, we can adopt a meta position, or in other words, a position outside the box. This way an individual can see with more clarity how a thought is structured, and hence question the criteria used to construct that thought.

One could argue that this natural ability of metacognition is the basis for continuous improvement of human behavior. Its practice is, therefore, extremely healthy for the personal and professional success of an individual and, consequently, of an organization.

Yet many people neglect this natural ability of metacognition and because of this must go through a very painful experience generated by a certain thought before they allow themselves to make a new mental strategy (metacognition) regarding this thought.

I used a play on words to call this process metaprovement, i.e. meta improvement, which briefly means using metacognition to improve the goal oriented improvement. Helping the individual in this metaprovement process is one of the primary goals of coaching. This includes providing the necessary inputs for the individual to take different perspectives in order to broaden their perception of their behavior and especially the impact generated by it. Once this perception has been broadened, the individual can take responsibility for an inspection and adaptation process, starting with the metacognition of his own thoughts and, consequently, of this own behavior.

As can be seen, exercising metaprovement is a good solution to puncture thoughts that are unfavorable for healthier and better, goal oriented performance. We should also note that “even if one has walked a lot, it is always possible to switch to a better path.” That is, even if you excel in certain behavior, you can always apply metaprovement to construct even better behavior. This is the basis of mankind’s real progress.

More information
# Introductory article on Metacognition:
http://en.wikipedia.org/wiki/Metacognition

# Definition of metaposition (PLN):
http://www.nlpworld.co.uk/glossary/m/meta-position
Note
A special thanks to my friend Serge Rehem for the inspiration of playing word games.
About the author:

Manoel Pimentel Medeiros – Coach with 15 years experience in IT, where he worked with Coaching and Training for executives and teams in Consultancy, Banking and Telecom environments. He is Managing Director of Instituto de Coaching Aplicado a Tecnologia da Informação (ICA-TI). He is founder of the magazine Visão Agil and has written about Agile and coaching for portals and magazines in Brazil and abroad. He has also lectured at national and international events on agility. In possession of PPC, CCC, CEC certifications of the SBC/BCI/ Worth Ethic Corporation, CSM and CSP from Scrum Alliance and he was a pioneer in the use and disclosure of agile methods in Brazil.

Prezi da palestra Coaching para Metalhoria Ágil

April 16, 2011 1 comment

Material em Prezi que foi usado em minha palestra sobre Coaching para Metalhoria Ágil, realizada em Salvador em 16/04/2011.

Link para Visualização no Prezi:
http://prezi.com/hyv1axn7emoj/coaching-para-metamelhoria

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Manifesto for Meta-Agile

February 11, 2011 20 comments

English version (beta-forever):

Through Agile approaches, we’ve uncovered different ways to help teams improve a whole organizational ecosystem. With the results of these experiments, we’ve concluded that, to create systemically healthy solutions, one should understand that:

1) The behavior of people varies with context.

2) Different contexts require different solutions.

3) The perception of the value of a solution depends on the point of view.

4) The effectiveness of a solution depends on how the root cause is perceived.

5) The dynamics of a system makes the today’s solution cause the tomorrow’s restriction.

6) Every solution must be sufficiently incomplete.

7) Sufficiently incomplete solutions make the continuous improvement possible.

8 ) A good solution allows identify and break its own restrictions.

9) And all the above statements also apply to this manifesto.

Through these guidelines, we, the creators of organizational solutions, recognize that no solution is better than another. We also affirm that the effectiveness of any solution depends on its ability to promote the solution beyond itself. Therefore if you believe in this brief manifesto, put it into practice and make your comment below.

Translation revision by Rafael Sabbagh.

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Portuguese version (beta-forever):

Por meio de abordagens Ágeis, descobrimos diferentes formas para ajudar times na melhoria de todo um ecossistema organizacional.  Com os resultados dessas experiências, concluímos que para criar soluções sistemicamente saudáveis,  é necessário entender que:

1) O comportamento das pessoas varia de acordo com o contexto.

2) Contextos diferentes precisam de soluções diferentes.

3) A percepção de valor acerca de uma solução é relativa ao ponto de vista.

4) A eficácia de uma solução depende da maneira como é percebido o problema de origem.

5) A dinâmica de um sistema faz com que a solução de hoje cause a restrição de amanhã.

6) Toda solução precisa ser suficientemente incompleta.

7) Soluções suficientemente incompletas tornam possível a melhoria contínua.

8 ) Uma boa solução permite a identificação e a quebra de suas próprias restrições.

9) E todas as afirmações acima se aplicam  também para esse próprio manifesto.

Por meio dessas diretrizes, nós, criadores de soluções organizacionais, reconhecemos que nenhuma solução é melhor que a outra. Afirmamos também que a  efetividade de qualquer solução depende da sua capacidade de promover a solução além dela mesma. Sendo assim, se você acredita nesse breve manifesto, coloque-o em prática e faça o seu comentário logo abaixo.

 

Scrum beyond the enemy lines

February 3, 2011 5 comments

Enfoque histórico

Nos últimos anos, o paradígma Ágil vem sendo adotado cada vez mais em grandes corporações pelo mundo inteiro. Seja qual for o motivo que está levando essas empresas ao uso de Agile, de maneira geral é possível arriscar a leitura que a grande maioria delas, buscam algum ganho de eficiência de processso, para que ao final, seja possível algum resultado tangível na esfera financeira.

Mal ou bem, esse movimento de amplificação das experiências ágeis, tem sido bastante facilitado pelo Scrum. E  como o Scrum, de alguma maneira, parece ser palatável para executivos e gerentes, é possível afirmar que ele seja um grande catalisador inicial da filosofia Ágil no contexto corporativo.

 

Desafios corporativos

O universo corporativo por muitas vezes é duro (e até cruel), o que torna o processo da adoção sistêmica de Scrum  (de Agile em geral)  extremamente difícil e na maioria das vezes, deveras longo.

As dificuldades encontradas em ambientes organizacionalmente complexos são várias, mas comumente é possível identificar algumas características principais:

  • Necessidade de alinhamento do Scrum com as questões de governança corporativa em TI (SOX, Itil, COBIT, Órgãos regulatórios).
  • Falta de uma clareza compartilhada do motivo (dor ou prazer) que levou a adoção de Scrum (ou da filosofia Ágil em geral).
  • A falta de clareza deste motivo, faz com que o senso de urgência seja diferente entre as áreas envolvidas num projeto Scrum.
  • E finalmente, “doa a quem doer”, existem os jogos políticos dentro das empresas,  então é comum um projeto Scrum sofrer boicotes pela simples guerra pelo poder, pela visibilidade ou pelo budget financeiro da companhia.

 

Pensamento sistêmico

Infelizmente não há uma fórmula mágica para essas questões, mas se fosse possível  resumir numa única ideia o principal aprendizado nesse tipo de ambiente, ele seria:  Desenvolva sua capacidade de compreender sistemicamente uma organização, pois como diria o filósofo Nascimento: O sistema é f#%&!

Com isso, é necessária uma ampla compreensão de algumas características relacionadas ao sistemas:

  • Sistemas possuem uma complexidade de detalhes – Isso significa que um sistema pode ser composto por várias e diferentes partes.
  • Todo sistema é dinamicamente complexo – Isso significa que o sistema pode ganhar propriedades emergentes de acordo com as movimentações das partes.
  • De maneira geral, sistemas buscam o equilíbrio – Por isso um o sistema  resiste a  mudanças como forma de assegurar sua própria sobrevivência.
  • E a melhor maneira de mudar um sistema, é compreender a relação de causas e efeitos entre suas partes.

Essas pequenas lições acima, impactam fortemente as questões políticas e técnicas referentes ao movimento de  adoção do Scrum. Vale lembrar que o Scrum é um framework, condição que faz dele, algo incompleto por natureza. E já que o Scrum é incompleto,  a compreensão sistemica acerca da organização, é uma abordagem vital para construir as expansões necessárias sobre o framework.

Um exemplo disso, é o entendimento de como que o Scrum pode evoluir seus artefatos, regras, papéis e cerimônias, para criar uma integração com outros processos da companhia, como por exemplo: Gestão de Mudanças, Gestão de Demandas,  Auditoria, etc.

Na prática, o Scrum direta ou indiretamente, tanto pode influenciar esses processos, quanto também ser influenciado por eles. Por isso que mais uma vez,  a compreensão sistêmica será crucial para criar uma relação de equilíbrio entre essas partes.

Uma breve dica para gerar essa relação de equilíbrio é, dialogar com as outras áreas da empresa, sobre as seguintes dimensões de integração com o Scrum:

  • Quem fará a integração?
  • Qual o impacto da integração, para a Agilidade dentro do Scrum?
  • Qual o impacto do jeito Ágil, nessas integrações?
  • Em que momento do ciclo Scrum, essas integrações serão realizadas?

 

Conclusões

É válido destacar  o aspecto político envolvendo a adoção do Scrum, pois essa visão sistêmica colabora também na compreensão das inter-relações de causa e efeito envolvendo os “jogos políticos” da empresa. Na maioria das vezes, esse aspecto político, se torna o fator mais importante, seja para facilitar ou para impedir o movimento de adoção do Scrum.

Por muitas vezes abstraímos esse assunto e atribuímos os problemas para a questão cultural da empresa, mas o que é a cultura senão um sistema de valores, crenças e comportamentos? Por essa razão, mais uma vez se torna importante compreender sistemicamente a organização, para que se possa fazer uma mudança cultural na empresa, pois na realidade, não se muda um sistema inteiro, sem antes passar por suas partes. Dessa forma, a capacidade de entender sistemicamente uma organização, é a melhor maneira de descobrir quais partes, se tratadas primeiro, terão uma maior chance de causar uma mudança mais efetiva em todo o sistema.

 

Sobre o autor:

Manoel Pimentel Medeiros (www.ica-ti.com.br) – Coach com mais de 15 anos de experiência na área de TI, onde atuou com Coaching e Trainning para executivos e times em ambientes organizacionais de Consultorias, Bancos e Telecom. É Diretor Executivo do ICA-TI (Instituto de Coaching Aplicado a TI) e fundador da Revista Visão Ágil, já escreveu sobre Agile e Coaching para portais e revistas do Brasil e exterior. Também palestrou em eventos nacionais e internacionais sobre agilidade. Possui as certificações PPC, CAC, CEC da SBC/BCI, Worth Ethic Corporation, CSM e CSP da Scrum Alliance e foi um dos pioneiros na utilização e divulgação de métodos ágeis no Brasil.

TDC2010 – Palestra Coaching e Facilitação (Uma sessão real para times ágeis)

January 28, 2011 1 comment

Foi publicado no site oficial do TDC (The Developers Conference), o vídeo da palestra que fiz na edição 2010 (São Paulo) com o título: Coaching e Facilitação (Uma sessão real para times ágeis).

Assista a essa palestra (http://www.thedevelopersconference.com.br/tdc/2010/sp/videos/coaching-e-facilitacao) e veja uma visão prática de como seria uma sessão  real num processo de Coaching.

Coaching para a Metalhoria

December 14, 2010 6 comments

Você é bom em matemática? Então por favor me ajude a fazer esse cálculo: 1+2+1+3+1+2 = ? Conseguiu? Se sim, parabéns você está bom de raciocínio lógico, logo você está usando bem seu processo de cognição. Mas será que somente é possível resolver essa questão por meio da cognição?

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Coaching e Facilitação de Times Ágeis – Download disponível no portal da SBC

November 25, 2010 3 comments

É com grande orgulho que compartilho  que  foi disponibilizado para download no portal da SBC (Sociedade Brasileira de Coaching), o meu artigo sobre Coaching e Facilitação de Times Ágeis, que fora publicado em junho deste ano na revista Java Magazine.

O link  para o download é: http://www.sbcoaching.com.br/img/imprensa/revistas/JAVA-out2010.pdf

Boa leitura a todos!

Experiência Scrum num ambiente bancário – Ágiles 2009

November 18, 2010 2 comments

Essa é uma dívida antiga, pois essa palestra foi feita por Eduardo Cheng (ScrumMaster) durante o Ágiles 2009,  mas somente agora conseguimos “negociar” sua publicação.

Esse material é um complemento da entrevista que fiz com Eduardo no ano passado. O que faz desse conjunto, um material  bem rico devido o compartilhamento de  uma experiência Scrum num ambiente corporativamente complexo.

Espero que gostem!

TAE – Teoria da Alavancagem Estrelar

October 14, 2010 2 comments

Uma abordagem inspiracional, lúdica e sistêmica para desempenho de líderes.

Até a próxima :-)

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Agile Tour e Agilidade na Prática em Recife

September 22, 2010 Leave a comment

No dia 26 de Outubro, o Agile Tour Recife e o Agilidade na Prática estarão unidos para promover um evento de alto nível, cujos principais objetivos são:

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Lean – Do desperdício ao desenvolvimento de pessoas

September 6, 2010 Leave a comment

Reduzir o desperdício ou otimizar qualquer forma de trabalho é um grande desafio, pois não basta apenas eliminar tarefas julgadas como desnecessárias, mas sim, trata-se de uma grande mudança na mentalidade das pessoas para que seus comportamentos sejam melhores e também “mais enxutos”. É disso que trata o Pensamento Lean (Lean Thinking).

Esse é o trecho inicial de um recente artigo meu publicado no blog The Fratech Way. Leia o texto na íntegra em: http://way.fratech.net/post/1048941475/lean-do-desperdicio-ao-desenvolvimento-de-pessoas.

The Developer’s Conference 2010 com trilha Agile

Esta é a 4a edição do The Developer’s Conference e, a Globalcode reuniu toda sua rede de parceiros e profissionais para criar o evento mais completo do ano, sem perder a profundidade necessária para abordar cada tema.

O evento acontecerá nos dias 20, 21 e 22 de Agosto de 2010 nas dependências da Universidade Anhembi Morumbi, localizado na Rua Casa do Ator, 275 Itaim Bibi, São Paulo – SP.

Cada trilha é praticamente um evento independente e, está sendo organizado por um parceiro especialista com o apoio da Globalcode. Nesse ano, como já de fora feito em outros anos, o evento conta com uma super trilha sobre Agile e a Visão Ágil marcará presença com palestras membros de nosso blog e nossa comunidade. Confiram essa e outras trilhas em: http://www.thedevelopersconference.com.br/tdc/2010/sp/trilha-agile

Vejo vocês lá :-)

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